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UEA E MPAM REFORÇAM ACESSIBILIDADE NO CARNAVAL 2026


A Universidade do Estado do Amazonas (UEA), por meio do programa Mais Acesso e em parceria com o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), iniciou nesta quinta-feira (12/2) a primeira etapa do projeto CheckAcesso.



  Manaus, 15/02/2026


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UEA E MPAM REFORÇAM ACESSIBILIDADE NO CARNAVAL 2026





A Universidade do Estado do Amazonas (UEA), por meio do programa Mais Acesso e em parceria com o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), iniciou nesta quinta-feira (12/2) a primeira etapa do projeto CheckAcesso. A iniciativa utiliza um mapeamento detalhado e a aplicação de checklists para analisar as condições de acessibilidade em grandes eventos. O objetivo central é identificar barreiras e garantir as mudanças estruturais e organizacionais necessárias para promover e ampliar a presença de pessoas com deficiência nesses espaços de grande porte.

 

As atividades do projeto CheckAcesso estão sendo realizadas no Sambódromo de Manaus durante o Carnaval, com cronograma previsto até o dia 14 de fevereiro. Segundo a coordenadora do programa, a professora Marklea da Cunha Ferst, a iniciativa se estenderá por todo o ano de 2026, reforçando o papel da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) no apoio técnico e prático à acessibilidade. A pesquisadora destaca que a parceria com o Ministério Público possui uma forte relevância social ao efetivar os direitos das pessoas com deficiência, além de proporcionar um aprendizado real aos alunos que atuam diretamente no levantamento de dados em grandes eventos.

 

A condução do projeto está sob a responsabilidade da finalista do curso de Turismo, Karen Reis, que ressalta a importância de estudar minuciosamente os locais de cada evento. O objetivo é expandir o alcance da iniciativa para além do setor público, abrangendo também produções da iniciativa privada. A metodologia aplicada divide-se entre o cumprimento de obrigações legais e a implementação de boas práticas que vão além do exigido por lei, oferecendo um diferencial em termos de inclusão.

 

Durante o primeiro dia de atividades, a equipe realizou o reconhecimento da acessibilidade arquitetônica do Sambódromo, observando a distribuição de espaços reservados, as condições de circulação, as instalações sanitárias e a sinalização. Após o preenchimento detalhado do checklist, toda a análise gerada será compilada em relatórios e entregue ao Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM). Com esses dados consolidados, o órgão poderá realizar as tratativas necessárias e cobrar as devidas adequações dos organizadores.


 


 


 


 

Fonte: www.uea.edu.br

 


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