A inteligência artificial deve ser encarada como uma ferramenta de suporte, e não como uma substituta para a capacidade humana. O ideal é aplicar essa tecnologia para otimizar processos profissionais e enriquecer o aprendizado, garantindo que o discernimento, o pensamento crítico e a racionalidade próprios do ser humano continuem sendo os pilares centrais de qualquer atividade.
Como recurso tecnológico complementar, a inteligência artificial ganha verdadeiro valor quando atua para potencializar o rendimento no trabalho e expandir o conhecimento, sem jamais ocupar o espaço da mente humana. O foco deve estar em utilizar a inovação para aperfeiçoar tarefas cotidianas, preservando a sensibilidade, a lógica e a capacidade de reflexão humana como os guias definitivos em todas as tomadas de decisão.
“Nós temos que nos apoiar nesses instrumentos para melhorar o nosso trabalho, aumentar o nosso aprendizado, sem, porém, substituir a voz humana, o pensamento humano, a razão humana pela inteligência artificial”, afirmou.
Fonte: www.conjur.com.br
|