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DINHEIRO ESQUECIDO EM BANCOS CAI PARA R$ 6,24 BILHÕES


O montante de recursos esquecidos por cidadãos e empresas no sistema financeiro registrou uma queda, situando-se em pouco mais de seis bilhões de reais no mês de maio, conforme balanço apresentado recentemente pelo Banco Central.



  Manaus, 15/07/2026


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DINHEIRO ESQUECIDO EM BANCOS CAI PARA R$ 6,24 BILHÕES





O montante de recursos esquecidos por cidadãos e empresas no sistema financeiro registrou uma queda, situando-se em pouco mais de seis bilhões de reais no mês de maio, conforme balanço apresentado recentemente pelo Banco Central. Essa retração expressiva, que anteriormente mantinha o saldo acima da marca dos dez bilhões de reais, decorre do repasse de mais de cinco bilhões de reais ao Fundo Garantidor de Operações, órgão de suporte às renegociações do programa Desenrola Brasil. Essa movimentação foi respaldada por uma legislação aprovada em 2024, que viabilizou a transferência dos montantes não resgatados, retendo uma fatia de dez por cento para cobrir eventuais saques tardios, em um procedimento que ainda passa pelo crivo do Tribunal de Contas da União.

 

Do saldo remanescente disponível para saque, a maior parcela pertence a milhões de cidadãos, enquanto o restante está vinculado a contas de pessoas jurídicas. A concentração desses recursos ocorre majoritariamente em contas bancárias tradicionais, seguidas por recursos sob a gestão de consórcios, cooperativas de crédito, plataformas de pagamento, financeiras e corretoras de valores.

 

Qualquer cidadão ou empresa pode possuir algum montante esquecido nessas instituições. As origens mais comuns desses saldos englobam contas de poupança ou correntes inativas que foram fechadas ainda com saldo, cobranças indevidas de tarifas bancárias, parcelas cobradas além do valor real em empréstimos, antigos investimentos finalizados e outras taxas que as instituições têm o dever legal de reembolsar.

 

Em relação à divisão dos valores por beneficiário, a ampla maioria tem direito a receber quantias simbólicas de até dez reais. Uma parcela intermediária de beneficiários possui valores que variam de dez a cem reais, enquanto uma minoria tem direito a resgates superiores a cem reais. Para os interessados em verificar a existência de valores pendentes em seu nome, o Banco Central disponibiliza uma ferramenta de consulta totalmente gratuita chamada Sistema de Valores a Receber.

 

 

 

Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br


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